No meu primeiro dia, dentre outros poucos, quando posso descansar minha mente, afortunadamente encontro uma obra incrível que me transportou imediatamente para outra realidade.
Falo da obra à direita, embora o da esquerda também seja igualmente fantástica.

Habibi é uma HQ extremamente visual e gráfica. Por conta disso, o seu trabalho foi mais tranquilo ou mais difícil?
Érico Assis. Há uma minúcia no trabalho do Thompson – e dos bons quadrinistas, enfim – que tem a ver com uma espécie de "rima" entre imagem e texto. E falo do texto aqui no sentido da pronúncia, de como o som daquela palavra torna ela a mais adequada à situação retratada. A palavra tem que combinar com a cena. É óbvio que isso é o mais difícil de se traduzir, pois não tem a ver só com dicionário de tradução ou de sinônimos, e sim algumas horas de thesaurus (dicionário analógico) até achar uma palavra que "rime" tão bem quanto a original. Meu editor elogiou e diz que "peguei a poesia da coisa", então acho que consegui um pouco dessa intenção original do Thompson.
“Uma história maravilhosa e cativante, mas também indescritível neste
curto espaço, pois dentro dela há ainda milhares de outras histórias. É
como uma caixa de joias à qual você retornará de novo e de novo.” - The Guardian
Deixo aqui (não) somente duas palavras: IMPERDÍVEL! (Sim, e de alguma forma é) RENOVADOR de perspectivas!
Na imagem acima, o otimista incorrigível que eu carinhosamente renomeei de (não-)Chorão.
Leia um trecho em PDF.
Site do livro: www.habibibook.com
Entrevista com o tradutor do livro.
Dados técnicos e sinopse, veja em 'Comentários'.
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